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Família Squeak

PostHeaderIcon Conferência Plenária – Rita Freudenberg

Teaching and Learning with Squeak Etoys

Abstract

At the moment, Squeak Etoys is the best incarnation of the visionary ideas of Alan Kay. It’s these ideas, which make Etoys powerful, and a tool to enhance thinking and learning. And it is important to have these ideas in mind when thinking about how to use Etoys in your classroom.

As a lecturer at Otto-von-Guericke-University, I have been teaching Etoys to many teachers, students, and children of various ages. I know from this experience that there is a barrier at first, especially for the more experienced computer users. It requires a certain mindset to be able to step back and open your mind for a new experience of computer interaction. This openness is what is needed to understand and use the power of Etoys. In my talk, I will present examples on how Etoys is used in the worldwide Etoys community while sticking to the principles of constructionism. How has it changed the way teachers teach and children learn?

At the Squeakland education team, we are discussing how to design educational materials that guide students and teachers through the learning process.  We are developing the Squeakland Courseware as a source for beginners and advanced users, on how to integrate Etoys in their daily teaching.

PostHeaderIcon Presentation of the 1st Symposium on Digital Contents for Education

Topic: Educational contents: reality and future

Date: 14th May 2010

Location: Multimedia Centre at Institute of Education, Universidade do Minho, Braga, Portugal

Organization: Centro de Competência da Universidade do Minho

Contact: jcde@ie.uminho.pt

The 1st Symposium on Digital Contents for Education will take place on 14th May 2010 and is organized by Centro de Competência da Universidade do Minho. The main goals are to share experiences, projects and discoveries, as well as discussing digital contents and related topics, such as their current state and future directions. By taking into account the importance of teacher’s and students’ involvement in digital contents’ (self)construction, this Symposium was conceived in order to provide the necessary conditions for the analysis of the existent educational digital contents. In addition, future developments, which are expected to be dynamic and fast, will be put into perspective, by imagining and specifying the characteristics that digital contents should have.

We all love the School and work hard for it to be good, even though we do not really have a clear definition of what that means. Inspired by boring metaphors, we have created IT classes in schools, where computers have become the study subjects, convinced that we are propelling the School to technological vanguard. Subsequently, we verify that students end up trading “school computers” for “mobile phone computers” and videogames, where they learn what school wanted to teach them. Students’ “Real Life” paradigm dodges school’s alleged “Second Life”.

School’s search for innovative experiences and emphasis on paradigm shifts often ignore specialists’ suggestions. Papert, for example, has insistently drawn attention to the dangers of technocentrism; Alan Kay proposes creative and innovative approaches to computer-based learning (Dynabook), since the sixties; Negroponte has seen his dream of a world where each child can have their own computer come true and Allison Druin suggests that technologies be poured into the school environment, paraphrasing Papert’s idea of the invisibility of computers in education. However, school continues to be unable to combine technological resources with curricular changes and students’ technological interests.

Nowadays, the lack of physical resources, such as computers or Internet access, does not pose as a major obstacle. Instead, the digital contents used in the classroom are the main challenges. Notwithstanding a wide variety of available resources, the fact that they do not always fulfil the needs of teachers and students is acknowledged.

With this event, Universidade do Minho’s Centro de Competência opens a “hands on” space for sharing experiences and debating ideas and discoveries, and welcome proposals for workshops on the production of digital contents for education.

PostHeaderIcon Apresentação da 1.ª Jornada de Conteúdos Digitais para a Educação

Tema: Conteúdos Educativos: Realidade e Futuro
Data: 14 de Maio de 2010
Local: Centro Multimédia do Instituto de Educação da Universidade do Minho, Braga, Portugal
Organização: Centro de Competência da Universidade do Minho
Contacto: jcde@ie.uminho.pt
Cartaz de divulgação JCDE 2010 (pdf)

Com o objectivo de partilhar experiências, projectos e descobertas e de debater as temáticas inerentes ao estado actual e às perspectivas futuras sobre a problemática dos conteúdos digitais terá lugar em 14 de Maio a 1.ª Jornada de Conteúdos Digitais para a Educação, organizada pelo Centro de Competência da Universidade do Minho. Assumindo a relevância da participação de alunos e professores na sua (auto)construção, esta Jornada foi concebida para proporcionar as condições necessárias para que se analisem os conteúdos educativos digitais que já temos e para que se possam imaginar e especificar as características que deverão ter num contexto dos expectáveis desenvolvimentos futuros, dinâmicos e acelerados.

Todos gostamos da Escola e empenhamo-nos para que seja boa, mesmo que não tenhamos uma definição clara sobre o que isso é. Inspirados em metáforas enfadonhas criámos salas de informática nas escolas onde, mais cedo ou mais tarde, os computadores acabaram por tornar-se o próprio objecto de estudo, convictos de estarmos a catapultar a escola para a vanguarda tecnológica. Depois, constatámos que os alunos acabam por trocar os “computadores da escola” pelos “computadores dos telemóveis” e das consolas de jogos, por exemplo, onde aprendem o que a escola lhes quis ensinar. O paradigma “Real Life” dos alunos, ilude o pretenso “Second Life” da escola.
As iniciativas inovadoras e o empenho na mudança de paradigma que a escola procura incorporar ignoram, muitas vezes, as sugestões dos especialistas nessas matérias. Papert, por exemplo, tem sido insaciável no alerta para os perigos do tecnocentrismo; Alan Kay propõe abordagens criativas e inovadoras da aprendizagem com computadores (Dynabook), desde os anos sessenta do século passado; Negroponte passou do sonho à realidade de um mundo em que cada criança pode ter o seu computador e Allison Druin sugere que as tecnologias sejam entornadas no ambiente escolar, numa paráfrase da ideia Papertiana da invisibilidade dos computadores na educação. No entanto, a escola continua a não conseguir compaginar os recursos tecnológicos com as mudanças curriculares e os interesses que os alunos manifestam em relação às tecnologias.
Nos dias de hoje, os obstáculos maiores não se centram nos recursos físicos, na falta de computadores ou no aceso à Internet, mas nos conteúdos digitais para utilização na sala de aula. Apesar da oferta destes conteúdos se encontrar já bastante diversificada, é também reconhecido que nem sempre se adequa às necessidades imediatas dos docentes e dos alunos.
Com esta iniciativa o Centro de Competência da Universidade do Minho abre um espaço “hands on” de partilha de experiências e discussão de ideias e descobertas, convidando à apresentação de propostas de workshops sobre produção de conteúdos digitais para a educação.

ema: conteúdos educativos digitais: realidades e perspectvivas futuras

Data: 14 de Maio de 2010

Local: Centro Multimedia do Instituto de Educação da Universidade do Minho

Organização: Centro de Competência da Universidade do Minho

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