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Aprendizagem (In)Formal na Web Social

Autores

Paulo Dias, António José Osório

 

Citação preferida

Dias, P. & Osório, A. J. (Orgs.). (2011). Aprendizagem (In)Formal na Web Social. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho.

 

Ficha Técnica
Título: Aprendizagem (In)Formal na Web Social

Organizadores Paulo Dias, António José Osório

Capa: Elisabete Barros

Editor: Centro de Competência Universidade do Minho

Execução Gráfica: Cores d Eleição. Braga. www.coresdeleicao.pt

ISBN: 978-912-98456-8-0

Depósito Legal: 327821/11

Tiragem: 250 exemplares

Edição: Maio,2011

Síntese (da introdução)

 

Sob o tema aprendizagem formal e informal, que orientou os trabalhos da conferência Challenges realizada em2009, reunimos na presente edição os textos dos conferencistas convidados e dos participantes selecionados pela Comissão Científica procurando assim, através da publicação destes materiais, contribuir para o desenvolvimento da reflexão e do pensamento sobre esta temática.

 

A linha de separação entre os espaços de aprendizagem formal e informal conhece na sociedade digital uma progressiva diluição dos limites tradicionais ou fronteiras entre a escola e o conhecimento curricular, por um lado, e, por outro, o conhecimento construído em contextos de prática social suportados pelas redes digitais e pelas comunidades de prática. Esta diluição não significa esvaziar o sentido e a missão da escola mas, pelo contrário, parece-nos reforçar a necessidade de expansão da intervenção e ação da escola orientada para as redes de conhecimento que se desenvolvem no espaço digital das novas comunidades de interesses e ação.

 

A construção do conhecimento emerge de um processo social e cognitivo de acompanhamento, partilha e mediação das experiências conjuntas das representações entre pares e que encontra na rede digital o espaço natural para o seu desenvolvimento, desenhando assim os cenários desejados para a elaboração das redes de conhecimento, enquanto meio de fusão entre os espaços privados e públicos, os individuais e os coletivos, os formais e os informais.

 

A aprendizagem informal constitui um desafio para a sociedade digitar, na medida em os cenários e os ambientes de aprendizagem informais, enquanto não escolarizados, reúnem as experiências de vida e as aprendizagens autênticas, as quais, apesar de não sistematizadas, constituem o núcleo das experiências em contexto que alimentam a rede de conhecimento e, deste modo, a ação da escola e do projeto curricular no desenvolvimento da análise, reflexão e inovação na elaboração do conhecimento.

 

Entendemos assim que o espaço de construção das aprendizagens em rede se constitui como um meio de integração dos lugares da prática social e da experiência do conhecimento, o qual contribui para o desenvolvimento de um projeto curricular flexível e aberto às necessidades e desafios da educação e formação pata a sociedade digital.

 

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TIC na Educação: Perspetivas de Inovação

Autores

Paulo Dias, António José Osório

 

Citação preferida
Dias, P. & Osório, A. J. (Orgs.). (2012). TIC na Educação: Perspetivas de Inovação. Braga: Centro de Competência da Universidade do Minho.

 

Ficha Técnica

Título: TIC na Educação: Perspetivas de Inovação

Organizadores Paulo Dias, António José Osório

Capa: Rita Osório

Editor: Centro de Competência Universidade do Minho

Execução Gráfica: Cores dEleição. Braga. www.coresdeleicao.pt

ISBN: 978-989-47374-1-9

Depósito Legal: 343947/12

Tiragem: 250 exemplares

Edição: Maio,2012

Síntese (da introdução)

 

As tecnologias promovem novas formas de ver, pensar e conhecer, enquanto mediação técnica, social e cognitiva para a experiência e construção do conhecimento na Sociedade Digital. Contudo, a disponibilização de meios e sistemas tecnológicos para a educação não significa necessariamente o desencadear de um processo de inovação ao nível dos processos e contextos de aprendizagem. Para ultrapassar este constrangimento será necessário empreender uma mudança profunda nas formas de diálogo cultural e educacional, reflexão colaborativa e pensamento critico, orientado para a construção das competências necessárias para enfrentar os desafios do futuro.

 

Na perspetiva da educação para a inovação este é o grande desafio que se apresenta à escola, desenvolver a mudança profunda das suas práticas e promover a implementação dos processos de inovação no sistema.

 

A mudança desejável para os sistemas de educação e formação compreende assim a alteração das conceções e praticas pedagógicas, nomeadamente na valorização dos processos colaborativos de aprendizagem e construção do conhecimento, dentro do sistema e nas suas periferias, orientado para o desenvolvimento de novas praticas organizadas em rede.

 

Encontram-se assim as novas cenarizações para os processos, práticas e contextos de aprendizagem que se estabelecem no quadro dinâmico e flexível das redes de conhecimento da Sociedade Digital, redes estas que, por sua vez, para além de constituírem uma ecologia são também os instrumentos tecnológicos, sociais e cognitivos para a inovação.

 

Vendo, ouvindo e lendo o que se passa à nossa volta, depressa compreendemos a importância de reconhecer os desafios que se nos colocam. As mudanças que verificamos sugerem que reflitamos regularmente sobre as implicações desses desafios nas nossas vidas e que procuremos os instrumentos necessários para nos ajudar nessa reflexão; é também possível que nos sintamos capazes de ser interlocutores ativos dos processos de mudança e, assim, ganha mais relevância tentar perspetivar novas inovações e conceber formas de as concretizar.

 

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